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Publicado em 30 de setembro de 2021Sem comentários | Blog

O USO DO ZINCO COM A CHEGADA DA PANDEMIA

Cada vez mais as pessoas estão se preocupando com hábitos mais saudáveis e em ter mais qualidade de vida. Com a chegada do novo coronavírus, esse tema se tornou urgência, especialmente para fortalecer o corpo.

E, quando o assunto é imunidade, um deles se destaca: o ZINCO!

O QUE É O ZINCO?

O zinco é um mineral muito importante para a manutenção da saúde porque ele participa em mais de 300 reações químicas do corpo. Dessa forma, quando está em pouca quantidade no organismo, pode causar várias alterações, especialmente no sistema imune e na produção de hormônios.

É o mineral que mais fortalece o sistema imunológico.

Ele tem essa capacidade, porque age diretamente na glândula timo – que produz os linfócitos T. Essas são as células que ajudam na produção de anticorpos. Além disso, ele ainda consegue acelerar a regeneração dessas importantes estruturas.

PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DO ZINCO:

Auxilia na produção e absorção de diversos outros nutrientes.

Auxilia no processo de cicatrização, especialmente no pós-cirúrgico;

Essencial para o crescimento e fortalecimento ósseo;

Combate processos inflamatórios e oxidantes do corpo;

Potencializa a imunidade e protege contra infecções;

Ajuda na saúde do sistema nervoso,

Protegendo o sistema nervoso;

Melhora a memória, concentração e humor;

Colabora com a boa digestão e aproveitamento de outros nutrientes.

Contribui para um cabelo macio e brilhante, combatendo a queda;

Ajuda na absorção da vitamina A;

Ajuda no tratamento da depressão;

Estimula a função da tireoide;

Previne a diabetes tipo 2;

Ajuda no tratamento da acne;

Previne o câncer e o envelhecimento, por ter ação antioxidante.

COMO CONSUMIR ZINCO:

O zinco é um mineral que não é produzido pelo corpo humano, dessa forma precisa ser ingerido através da alimentação ou suplementação.

As principais fontes de zinco são os alimentos de origem animal como ostra, camarão, e as carnes de vaca, frango, peixe e fígado. Gérmen de trigo, grãos integrais, castanhas, cereais, legumes e tubérculos também são ricos em zinco, mas as frutas e hortaliças em geral, apesar de terem zinco, não são as melhores fontes porque não permitem uma boa absorção deste mineral.

A FALTA DO ZINCO NO ORGANISMO:

A carência de zinco pode ainda levar ao surgimento de sintomas como:

Demora na cicatrização das feridas;

Unhas fracas, frágeis e esbranquiçadas;

Cabelos secos e quebradiços;

Queda de cabelo;

Alterações no paladar.

Além de uma alimentação pobre em zinco, a carência deste mineral é mais frequente em pessoas que fazem sessões de hemodiálise ou que têm um caso de diarreia grave ou persistente. Alguns medicamentos também podem levar a esta carência e incluem: anti-hipertensivos, diuréticos tiazídicos, omeprazol e bicarbonato de sódio, por exemplo.

No entanto, quando existe carência de zinco no corpo, além da alimentação, também pode ser necessário fazer suplementação com zinco, mas, nesse caso, é muito importante que exista orientação por parte de um médico, farmacêutico ou nutricionista, já que o excesso de zinco também pode acabar sendo prejudicial.

Elaborado pela colaboradora Ana Claudia Lucio

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS:

CUIDADOSPELAVIDA.COM.BR por Dra. Paula Paixão de Madrid Whyte_ nutróloga especializada em clínica médica.
BELTNUTRITIO.COM.BR

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